Rumo ao Holocausto

QUEM SÃO OS TERRORISTAS?
Se uma possível definição de terrorismo é "ato violência contra civis, procurando provocar o sentimento de terror em determinada comunidade" (para o Aurélio: "Modo de coagir, ameaçar ou influenciar outras pessoas, ou de impor-lhes a vontade pelo uso sistemático do terror"), o Estado de Israel adequa-se plenamente ao conceito.

GENOCÍDIO
O Estado Terrorista de Israel abandonou qualquer escrúpulo moral que ainda pudesse ter, e desde a noite de sábado (3/jan) , quando se iniciou a invasão terrestre da Faixa de Gaza, o objetivo principal parece ser apenas o de matar civis.
Depois dos diversos relatos de famílias inteiras mortas pelos mísseis israelenses, e de outros civis mortos enquanto buscavam abrigo, nesta terça-feira o exército do Estado Terrorista se superou, provocando os seguintes atos genocidas:
• na cidade de Gaza, todos os 12 membros de uma família extensa foram mortos quando sua casa foi atingida por dois mísseis israelenses. Os mortos incluem 7 CRIANÇAS de 1 a 12 anos, três mulheres e dois homens.
• em uma escola da ONU em Gaza, onde centenas de pessoas buscavam abrigo, três jovens morreram quando o edifício foi bombardeado por Israel.
• em uma escola da ONU em Jabaliya, que também servia de refúgio a civis fugidos de suas casas, morteiros disparados por tanques causaram a morte de 41 PALESTINOS (este número ainda pode crescer), sendo muitas mulheres e crianças.
Os mortos na ofensiva sionista já passam de 600 (os feridos são mais de 3.000, muitos dos quais estão morrendo à espera de socorro nos corredores e pátios dos hospitais). Destes, mais da metade são mulheres e crianças, e outra parte homens não vinculados à estrutura militar do Hamas.
Massacre. Matança. Genocídio. Não há palavra forte o bastante para definir a "ação defensiva israelense" na Faixa de Gaza.

"MAS FOI O HAMAS QUE ROMPEU A TRÉGUA..."
Mentira. Balela. Conversa pra boi dormir.
Durante o período de trégua, o exército do Estado Terrorista não cessou os bombardeios à Faixa de Gaza, provocando a morte de mais de 30 palestinos. Um dos principais líderes políticos do Hamas foi atingido no início de novembro, numa evidência de que Israel não estava interessado na manutenção da situação de calma.
Outra evidência da falta de vontade do governo isralense em prosseguir no caminho da paz foi que em nenhum momento, ao longo do cessar-fogo, Israel cumpriu sua parte no acordo: terminar o bloqueio contra a Faixa de Gaza. Pelo contrário, nos meses de outubro e novembro o bloqueio se intensificou, sendo proibida a entrada no território até de itens enviados pelas organizações humanitárias.
Já se verificava a situação de crise humanitária antes de se iniciarem os covardes bombardeios à população palestina da Faixa de Gaza. Hoje, a situação é de CATÁSTROFE HUMANITÁRIA (conforme afirmam os representantes da ONU in loco).
A grande imprensa, assim como o Bush, o Sarkozy e o governo israelense, continuam a atribuir toda a responsabilidade pela violência ao Hamas. É verdade que o Hamas ataca civis em Israel. Quatro deles foram mortos nos últimos meses. Mas talvez seja pertinente considerar o Hamas como a resistência à ocupação ilegal das terras palestinas por parte de Israel, e ao regime de ocupação que lhe é peculiar, condenados pela ONU desde 1967.
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Leia minha análise sobre a ofensiva israelense.
Veja sugestões de leitura na postagem anterior.
Assine a petição "Professores condenam o ataque à Universidade Islâmica de Gaza"

2 comentários:

Bruna disse...

Acho que devemos repensar o Hamas pois este era inicialmente um grupo filantrópico que acreditava ser possivel q este conflito fosse resolvido com conversa,diplomacia, contudo com o passar dos anos essa possibilidade mostrou-se impossível; hoje percebemos que isto é infelizmente verdade jah que Israel recusa-se a recuar.
Na minha opinião, o Estado de Israel nunca deveria ter sido criado, pois isto só ocorreu devido a pressão do movimento sionista, mas agora como dizem "o feito esta feito", e a retirada israelense da palestina só geraria mais conflito e mais mortes. Sendo assim, acredito q a resolução do conflito ocorreria com a redefinição das fronteiras e a destruição dos muros de Sharon, dando aos dois povos acesso ao rio Jordão e controlando de forma rigida a "inclinação" expancionista de Israel, mas esse controle deve ser feito pela ONU q apesar de obedecer a interesses estado-unidenses, causa um impacto, uma revolta menor do q a ideia de ter seu pais ocopado pelo EUA.

Anônimo disse...

Palestina Livre já!